quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Escolhendo um hotel em Paris

Meu primeiro desafio no planejamento da viagem a Paris foi escolher um hotel!
Só no TripAdvisor - nossa salvação em busca de hotéis - são 1.858 opções!!!
Li muitos comentários, conversei com pessoas que já tinham ido, entrei diariamente no Conexão Paris (http://www.conexaoparis.com.br/), mandei dúvidas para a Nina - que é super solícita, e foi difícil chegar numa conclusão.
Estávamos buscando algo bom, bonito e barato. Tinha que possuir banheiro no quarto e não podia ser um pulgueiro, como dizem que têm muito em Paris, nem podia ser muito chique, pois nosso orçamento não suportaria, mas queríamos algo com ar parisiense (por isso não escolhemos o IBIS, que é uma rede já testada e aprovada pela gente e que tinha ótimos preços).
Quando chegou a hora de decidir, pois já estava ficando muito em cima da hora da viagem, escolhi o Hotel Aviatic (http://www.aviatichotel.com/pt/), pois estava bem recomendado e me pareceu ter uma boa relação custo-benefício. Pagamos 91,00 na diária do casal. Tendo em vista que hotel em Paris não é nada barato, pagamos muito bem!
Cada bairro tem seus pontos positivos e vai do gosto de cada um - só não recomendo ficarem em Montmartre, pois o ambiente não é muito familiar - a não ser que o que você esteja procurando seja a boêmia e o ar bulcólico existente ali. Vale a pena a visita, mas de fato não é o lugar que eu escolheria para me hospedar com a família ou em uma viagem romântica!!!
Por conta disso cada site que eu lia indicava um lugar como o melhor para ficar! De fato quase todos os lugares são bons numa cidade com uma estação de metrô a cada esquina! E isso me deixou maluquinha de indecisão!!!rsrs
Mas AMEI ter escolhido Montparnasse!!! Os cafés espalhados por todos os lados com mesas do lado de fora no maior estilo parisiense são um charme!
O Hotel Aviatic é ótimo!!!
É um hotel bem pequeno e antigo (1856) - bom, para mim é antigo, mas para os padrões de Paris é até novo...rsrs
É todo reformado!!! Tudo nos quartos é novinho e limpo, confortável, atendentes super simpáticos, muitíssimo bem localizado!!! Um charme! As fotos condizem completamente com a realidade! Adoramos a escolha!
Perto dele tem o Ibis Montparnasse! Parece uma ótima opção também, já que estava na mesma localização, com todo charme de Montparnasse e a qualidade do Ibis é padronizada - sem luxo, mas sempre limpo e bem localizado, nos fornecendo segurança e o básico sempre!
Adorei, recomendo e voltarei! =)


Apartamentos


 Recepção

Aviatic Hotel

domingo, 16 de outubro de 2011

No velho mundo pela primeira vez

Apesar de ter tudo na internet hoje em dia, é muito difícil fazer um filtro das coisas realmente úteis e importantes na hora de planejar uma viagem. Às vezes temos informação demais sobre determinada coisa enquanto outras ficam faltando...
Além do mais, cada viagem exige uma pesquisa personalizada pois possui suas peculiaridades por causa dos gostos de quem está viajando, do roteiro diferenciado, da idade dos viajantes, da época do ano que está indo, enfim, tudo tem que ser cuidadosamente mapeado.
Sendo assim o planejamento é uma tarefa muito difícil. Só em Paris por exemplo, são mais de 1.800 hotéis listados no Trip Advisor!
Roteiros prontos são engessados e não necessariamente vão para onde você quer ir e ficam a quantidade de dias que você quer ficar, além de serem muitas vezes mais caros!
Eu prefiro fazer minha viagem por conta própria. Apesar disso, mesmo quando resolvo escolher um roteiro pronto é preciso pesquisar muito para achar aquele que mais se adequa às nossas necessidades. Eu pelo menos nem sempre tenho boas experiências com os atendentes de agências. Eles nunca têm muita paciência para pesquisar o que queremos.
Bom, sou APAIXONADA por fazer tudo isso e por isso decidi compartilhar minhas experiências com vocês!
Nesta nossa primeira viagem à Europa tivemos que planejar tudo muito depressa. Quando decidimos que íamos já estava um pouco em cima da hora para muitos preparativos de roteiro.
Como era nossa primeira vez por lá, estávamos levando meus sogros (que também eram marinheiros de primeira viagem), meu noivo queria conhecer diversas cidades pequenas na Alemanha e eu é quem estava preparando o roteiro, tive receio de não dar tempo e me enrolar com os delocamentos entre cidades, principalmente porque não queríamos alugar carro...
Então decidi fazer um pacote terrestre na Alemanha e comprar passagens e a parte de Paris por minha conta.
Sendo assim, saimos do Brasil dia 14/08 com destino a Paris, ficamos lá até o dia 22/08 e depois até dia 04/09 rodando com nosso pacote pela Alemanha em divesas cidades.
Foi possível fazer todo o roteiro de 22 dias a um custo médio de R$7.500,00 por pessoa, fora os gastos de compras, comida, ônibus, ingressos que tivemos por lá. Esses foram todos contabilizados e dividirei aqui com vocês depois também uma ideia de gastos na viagem! Essa foi uma grande dúvida que tive na hora de trocar dinheiro na minha primeira vez gastando em euros e ninguém sabia dizer mais ou menos quanto gastaríamos...
Em breve começarei a postar as dicas de forma mais específica e algumas fotos. Por enquanto, só posso dizer que a viagem foi maravilhosa e que deu tudo certo!!!

Torre ao anoitecer - magnífica!

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Dicas de Buenos Aires



Seguem algumas dicas de Buenos Aires.
Estivemos lá em Fevereiro de 2010 no carnaval e aproveitamos bastante.

Câmbio
Em relação ao câmbio, por mais absurdo que pareça - pelo menos pareceu absurdo para mim - a melhor prática é sair do Brasil com muitos reais, poucos dólares e zero pesos argentinos (isso mesmo, nenhum centavo de peso!)
Como? Simples: se o teu vôo pousar no aeroporto internacional Ezeiza (verifique isso antes) você procurará o estande do Banco de la Nación (é o Banco do Brasil deles) e vai trocar reais diretamente por pesos, praticamente sem ágio!
Ao desembarcar, antes da saída para o saguão do aeroporto tem uma agência. Tentem pegar o máximo de trocados que puderem... não sei se na hora de trocar o dinheiro no Banco eles têm, mas peçam trocado, pois vão te dar só nota de 100 e é dificílimo conseguir trocar dinheiro lá. Ninguém tem troco para nada, principalmente os taxistas!
Como é dentro do aeroporto e o banco é público, é mais garantido de ter notas boas. Se o teu vôo for da Aerolineas você vai pousar no Aeroparque. É o aeroporto nacional deles, um aeroporto pequeno na zona mais nobre da cidade. Você economiza no táxi até o hotel mas perde dinheiro no câmbio disponível.
Se este for o caso, troque pouco dinheiro no aeroporto e guarde o restante para trocar numa agência na cidade (pode ser do Banco Piano também). Só se informe sobre os horários de funcionamento dos bancos, principalmente se vocês chegarem num fim de semana, ok?
Agora o que não vale à pena é usar dólar lá. O melhor é levar no máximo uns US$200 em espécie.
Isso porque é uma moeda universal, aceita no mundo todo. Em caso de emergência, pode lhes salvar.
Não caia na conversa de algumas lojas pra pagar em dólares lá. Isso porque você terá perdido dinheiro duas vezes: na troca real x dólar e depois de dólar para peso. São raros os casos em que a taxa cobrada pela loja vale à pena. Por isso, sempre calcule antes!!!
No geral o mais vantajoso é pagar no cartão de crédito, cujo imposto (6,38%) costuma ser menor que o ágio cobrado na venda de dólares (+/- 10 centavos), embora isso agora esteja dando praticamente a mesma coisa. Na época que nós fomos ainda não tinham aumentado o IOF... Afff!!! 
Dá pra comprar pesos no Brasil, mas em poucas cidades.
No Rio de Janeiro nenhum banco vende pesos. E as casas de câmbio cobram o exorbitante roubo de 50% de ágio.
Dê preferência a trocar pesos diretamente na Argentina mesmo.
Também é possível sacar dinheiro direto em pesos lá em caixas eletrônicos dependendo do seu banco, mas confira antes quais são os custos envolvidos. Na época que fomos e pela quantidade de dinheiro que queríamos não valia á pena.
No Banco do Brasil fica muito cara essa operação, uma vez que tem trocentos impostos brasileiros embutidos.
É mais barato levar dinheiro vivo e trocar lá.
Dica final de câmbio: o que fazer se sobrarem pesos ao final da viagem?
Se você gostou da Argentina ou conhece alguém que tenha planos de ir pra lá, traga os pesos pro Brasil.
Se você quiser esquecer o país pra sempre, troque tudo que restou no aeroporto, no último dia.

Transfer
Contrate um transfer ainda antes de entrar no saguão do aeroporto. Tem vários guichês oferecendo o serviço com preços diferentes entre eles. Uma amiga minha veio do centro até o aeroporto na “bandeirada” e pagou um pouco mais de 100 pesos. Dentro do aeroporto consegui por menos.

Localização
Nós ficamos no Ibis da praça do Congresso. O ponto é bem central e o Ibis sempre oferece uma boa relação custo-benefício. É uma rede que confio para me hospedar.
A única coisa ruim é que de noite a gente não vê o agito do centro comercial e o burburinho das partes boêmias.
Para quem conhece o Rio de Janeiro, é como se a gente jantasse na Lapa e fosse dormir num hotel da Avenida Presidente Vargas...
O mais legal é ficar na Recoleta bem próximo ao centro!
No geral é uma cidade muito segura, mas existem algumas regiões meio chapa quente.
Por exemplo, recomendo fortemente que ninguém vá ao Bairro "La Boca" a noite, porque corre-se um grande risco de assalto. Inclusive em volta do estádio do Boca Juniors.Tem gente que é aficionado por futebol e faz questão ir lá.
O Caminito (roteiro turístico em todo guia) tem um monte de lojinhas de souvenirs. Até dá pra tirar umas fotinhos bonitas, mas eu sugiro no máximo uma manhã para este programa. Mas vejam bem, uma MANHÃ!!! Não vá à tarde para não correr o risco de sair de lá escurecendo!!!

Transporte 
Você pode andar de taxi para cima e para baixo que é bem barato, além de economizar tempo. Você vai gastar uns R$10 (AR$20) pra cruzar a cidade. Acho que não gastamos mais que isso nenhum dia.
Há dois problemas principais: os carros são todos muitos velhos e o povo portenho direge meio mal. Os taxis tem a lataria toda lascada. Se vocês conseguirem lidar bem com isso, ficarão numa boa. Eu achava que ia bater a cada esquina, mas sobrevivi e faria tudo de novo...rsrsrs
Dica: tenham sempre dinheiro trocado pra andar de taxi (notas de até 20 pesos servem). Eles sempre inventam que não tem troco e querem arredondar o valor pra cima. Não fiquem intimidados caso precisem bater boca. Quando vêem turista, alguns ainda tentam ser mais espertos.
Nós tivemos problemas com dois taxistas: um simplesmente não queria nos dar troco e o outro queria cobrar mais porque a corrida tinha sido muito curta. É tão absurdo que a gente fica envergonhado e sem reação no início. Mas nos parece que isso foi azar nosso!!! Temos uns 10 amigos que já foram pra lá e os únicos que tiveram problemas com taxistas fomos nós mesmos. Então consideramos que somos um ponto estatístico fora da curva, ok?
Quanto a ônibus e metrôs, que eu saiba não existe nada tipo cartão pré-pago lá. Acho que o metrô tem uns cartões de múltiplas passagens, mas vale conferir no site deles porque a gente sempre comprava o unitário.
O metrô de lá é bem esquisito. Se não me engano são 4 linhas, com características completamente diferentes. Alguns trechos são limpos como a linha 1 do metrô carioca e outros parecem o ramal Japeri dos trens do RJ. É uma diferença gritante, mas pelo menos interligam boa parte da capital! Ou seja, para que mora no Brasil qualquer metro do mundo é mais eficiente!!!
O bizarro é uma linha que pegamos onde a porta do trem era de madeira.
Aí a porta abriu automaticamente na estação pra galera saltar, mas pro trem continuar, os passageiros tinham que fechar manualmente (deve ser o primeiro sistema lusitano de automação). Se em algum vagão a galera tiver preguiça e não colaborar, a composição fica parada.. huahauaua
Quanto aos ônibus, saibam que não há trocador no busão. Você entrega o dinheiro pra uma máquina que só aceita moedas!!! Se faltar um centavo você perde a grana e a viagem. E o motorista apenas dirige e não troca dinheiro pra ninguém.
Isto acabou criando um gigantesco paradoxo pra nós: Como o governo de Buenos Aires cria um sistema de transporte de massa que só aceita moedas se o comércio em geral nunca tem moedas pra te dar de troco? Ou melhor, se você precisasse pegar ônibus todo dia lá, faria como? Sinistro!!!
Em relação à segurança fica difícil dizer. Não usamos ônibus e pegamos metrô apenas 2 vezes. Me pareceu bem tranquilo, mas foi rápido pra afirmar...

Não sentimos nenhum tipo de xenofobia. Eles adoram brasileiros. Inclusive pelo fato de estarmos lá pra injetar dinheiro na economia deles.

O que acontece é que eles são um povo mais rude, portanto menos afável que o brasileiro. Então não podemos confundir os sentimentos, pois eles são grossos inclusive entre si.

Quanto a falar português, fale devagar e pausadamente que vão te entender. Eles se esforçam pra nos entender e a mímica resolve o resto. Talvez o mais difícil seja compreender o sotaque carregado de alguns argentinos. Mas se você não estiver muito "borracho" vai sacar tudo assim que teu ouvido processar a informação...

Eu sempre tenho a sensação de que nós entendemos melhor o espanhol do que eles entendem o português, não só os argentinos, mas qualquer povo de língua castelhana. Mas não é uma questão de má vontade. No entanto, dá para se virar com tranquilidade falando português.

Um casal de amigos que foi depois da gente fez o passeio de ônibus turístico, daqueles que passa pelos pontos principais e você vai saltando e continuando a viagem no mesmo ônibus depois. Parece ser bem bacana. Eu gosto desses esquemas, pois facilitam muito a vida do turista e você não precisa ver tudo só de dentro do ônibus - que eu acho muito chato - como são os city tours de excursão!
Só precisa saber se o preço do passe compensa para vocês, dependendo de quais pontos quer ir e quanto tempo quer ficar em cada um!

Site
Como dica pra se animar com o roteiro e rir um bocado, indico o blog: http://eneaotil.wordpress.com/dicas-sobre-buenos-aires/

Apesar de ter algumas coisas desatualizadas, vale muito como guia geral e pra dar muita risada.
Museus -> não conheço nenhum bacana por lá. Fomos no Malba (de arte contemporânea) e nos arrependemos um pouco, pois perdemos muito tempo na fila e não era nenhum programa imperdível, apesar de ter sido legal.
Parques -> Visitem os lindos parques ao ar livre que a cidade oferece. Posso citar o Rosedal como um local bem romântico e a Flor metálica gigante da Recoleta (floralis generica) como linda obra de engenharia!
Os parques de Palermo são bonitos (Jardim Japonês e Parque 3 de Febrero). Vale a pena conhecer, só o Jardim Botânico que não tem nada de interessante, apenas um pouco de mato e muuuuuuuitos mosquitos...
De qualquer maneira levem repelente!!! Tava com muito mosquito nos outros parques e em alguns lugares da cidade também quando fomos...
Comidas -> é uma cidade onde se come muito bem, especialmente sobremesas e sorvetes! Em cada esquina há uma confeitaria melhor que a outra...Comam sem culpa e aproveitem!!! Tem muitos cafés bem agradáveis por todos os cantos para quem curte um esquema tipo confeitaria Colombo.
Em Puerto Madero a noite tem uns restaurantes bacanas. Gostamos muito do Cabañas las Lilas, mas só fomos nele, creio que muitos por ali sejam legais e um pouco mais caros também.
Sorvete e doce de leite lá em Buenos Aires são muito gostosos! Procurem a sorveteria Wimpy na praça do Congresso (se for fazer parte do roteiro de vocês) e provem o sabor Mascarpone com Frutillos del Bosque... uma delícia!!!
A Freddo é a mais famosa, mas não achamos o mais gostoso, por isso provem outras marcas... nós por exemplo preferimos essa que ficava na praça... uma amiga minha foi com a gente e adorou até a casquinha do Mc Donald’s, mas ninguém preferiu o da Freddo...rs
Bebidas -> cerveja lá é bem barata (dá pra comprar a de 1 litro por R$4), mas os refrigerantes são caros. Se forem beber, não tomem uma tal de "Pomelo 4". Tem gosto de limão azedo. Horroroso! E se for tomar cerveja, evite pedir outra que não seja a Quilmes. É uma tradição de lá, questão de orgulho nacional pra eles, que não sabem que as cervejas bolivianas Paceña e Huari são muito melhores e mais baratas...
Tango -> Escolham um bom show de tango pra assistir. Alguns tem jantar incluído, outros não. Alguns são espetáculos de Hollywood, outros são mais tradicionais. Aí vai do gosto de cada um. Nós demos preferência a comprar pra ver num local histórico, onde os argentinos gostam de assistir (Café Tortoni). O espetáculo musical é muito bonito. Se bem que é normal assistir uns shows no meio da rua, na calçada. Se tiverem sorte, dá pra assistir de graça assim.
Um amigo nosso foi no Madero tango e gostou, mas nós não fomos.
Compras -> A melhor coisa de se viajar na América Latina é que a nossa moeda sempre vale mais que a dos nossos vizinhos. Na verdade, como nós moramos no Brasil, qualquer lugar do mundo é mais barato que aqui para compras!!! Então até roupa de grife pode ser uma pechincha lá.
Tem uma rua que cruza a Recoleta e vai até Parlemo (Av. Santa Fé que vira Cabildo) com muitas lojas! O metrô faz vários pontos por lá, eu quando fui desinformada, não aproveitei tudo o que ela parecia ter a oferecer, mesmo porque torci o pé um dia antes do meu dia de compras, e o meu dia de compras foi por água a baixo...  
Acho que a Avenida Corrientes também tem algumas coisas.
Na Av. Santa Fé tem uma livraria chamada El Ateneo que dizem que é lindíssima... também tava no meu roteiro e não vi por causa do pé torcido. =(
A Galeria’s Pacifico é um shopping que fica na Calle Florida, tem uma arquitetura linda e muitas lojas de grife vale muito a pena conhecer, nem que seja só para olhar a arquitetura do shopping e paquerar a vitrine, já que não é o local mais barato para compras.
Free Shop da volta, no Ezeiza -> sem sombra de dúvidas é maravilhosos! Tem muita variedade de artigos e marcas, é enorme!!! Já ouvi pessoas que viajaram para vários lugares do mundo dizerem que é o melhor free shop! Dos que eu conheço até agora pelo menos com certeza é!
Meu namorado comprou uma garrafa de whisky Green Label por menos de US$50!!! Várias bebidas, charutos, perfumes, cosméticos... Enfim, uma beleza! Sugiro que no dia de voltar ao Brasil cheguem ao Aeroporto com muita antecedência para se dar ao luxo de ficar um tempo perdido nas compras!
Zoo de Luján -> Torci meu pé num dia chuvoso na entrada do Zoo, logo tive que voltar para o Hotel e não pude entrar, mas o Zoo está entre as coisas que preciso fazer quando voltar a Buenos Aires. O diferencial desse zoológico é que você tem contato direto com os animais, pode entrar na jaula do tigre e andar de elefante.
Essas são as fotos com os bichos que é possível tirar no Zoo de Lujan...

Bom, é isso!
agora, algumas palavras do vocabulário básico pra vcs sobreviverem lá:
1.    cabrón = boludo = viado
2.    borracho = bêbado
3.    postres = sobremesa
4.    gaseosa = refrigerante
5.    helado = sorvete
6.    en efectivo = pagamento em dinheiro
7.    en tarjeta sin interes = no cartão sem juros
8.    propina = gorjeta pros garçons
Qualquer dúvida ou ajuda estou à disposição!


No mais, lhes desejo uma excelente viagem e muitas coisas boas em terras portenhas!


Aproveitem!

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Diário de viagens - Curitiba - 4° dia

No quarto dia faltava conhecermos o parque Tanguá e Santa Felicidade. Saímos de ônibus turístico, pois tínhamos a quantidade de tickets certos para fechar o pacote de passeios já pago.
Dormimos até um pouco mais tarde e fizemos nosso check-out cedo, pois meio-dia acabava nossa diária, mas nosso vôo era só à noite. Deixamos as malas na recepção do hotel e fomos passear.
Paramos primeiramente no Parque Tanguá, que é o mais bonito de lá. É um parque pequeno com uns lagos e muitas flores, infelizmente o tempo estava muito feio e estava começando a chover.
Parque Tanguá
Demos uma volta no parque pelo mirante e logo após fomos até o lago que fica na parte de baixo do parque, tem uma descida logo na entrada à direita e à esquerda, cada uma sai de um lado do parque. Você passa num pequeno túnel e tem uma linda vista lá de baixo.
Vista do Mirante e Lago em formato de coração - Parque Tanguá
Parte de baixo do Parque Tanguá
Saimos de lá em direção a Santa Felicidade onde iríamos almoçar. Já estava ficando muito frio nessa hora. Descemos em frente ao maior restaurante do mundo o Madalosso e entramos, mas estava muito cheio. Decidimos almoçar no Famiglia Fadanelli que tínhamos ouvido falar bem e ficava ali perto. Pedimos informação de onde ficava, pois não fazíamos idéia de para que lado devíamos andar.  Chegando lá ficamos esperamos um pouco, mas a espera era bem menos do que no restaurante anterior.
Restaurante Famiglia Fadanelli
O restaurante é muito bonito e bem decorado e mais uma vez comida deliciosa! Pedimos um mingon com arroz à piamontese e um gnochi aos 4 queijos. A comida vem tão bem servida que embora estivéssemos com muita fome não aguentamos comer a sobremesa.
De lá fomos pegar o ônibus, que mais uma vez demorou demais a passar. Chegando de volta ao hotel fomos em uma cafeteria indicada no Guia 4 rodas, nosso companheiro de aventuras, o Caffè Metrópolis : muitas gostosuras!
Passamos no hotel, pegamos as malas, botamos roupas mais quentes pois estava chegando uma frente fria e já estava muuuito frio. Chamamos o taxi, que nos levou até o ponto do Aeroporto Expresso.
O taxista tentou nos convencer a ir direto ao aeroporto com ele e negociou o preço, mas mesmo pelos R$ 40,00 que ele ofereceu nos levar, o ônibus valia mais a pena, ainda mais que estávamos muito adiantados.
O ônibus passou pontualmente no horário previsto. Fizemos ótima viagem até o aeroporto, tentando descansar um pouco no caminho. Chegamos cedo, fizemos o check-in e aguardamos umas 2 horas até o horário.
(Observação 3: Não comprar o vôo de volta tão tarde! A gente acaba não fazendo atividades na cidade até tão tarde assim por causa das malas e do cansaço. Nosso vôo era para 23:00hs...)
O vôo partiu na hora certa. Mas, desde a decolagem a aeronave não passou segurança. Uma frente fria estava vindo do sul para o sudeste e o avião balançava demais... fiquei de olho fechado tentando relaxar, dormir e orar, tudo ao mesmo tempo. Foi um vôo bem tumultuado, na hora de pousar no Santos Dumont parecia que ia cair na Baia de Guanabara. Depois de uma quicada na pista chegamos sãos e salvos.
Na hora de pegar a mala, a mesma estava rasgada. Essas companhias aéreas não tomam jeito... sempre dá problema com as malas. Registramos a ocorrência e partimos.

Pedimos um taxi, pois o aeroporto do Rio para taxis é uma máfia só, ou são taxis ilegais ou são extorcivos! Nunca contrate os transfers oferecidos! Sempre são muito mais caros que o taxi. Então, ligamos para companhia de nossa confiança e ficamos aguardando. Pudemos observar a “guerra” entre os taxistas e a falta de organização que está em nosso Santos Dumont. Sempre pegue um taxi de alguma companhia, nunca pegue um taxi que não tenha a cooperativa impressa na lateral da mala do carro!!!
Enfim, chegamos em casa cansados, para trabalhar em poucas horas, mas muito felizes com nosso feriadão!

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Diário de viagens - Curitiba - 3° dia

Esse era o dia reservado para o passeio de trem pela Serra Mar.
Acordamos às 5:30, pois o rapaz da agência que contratamos o passeio ia nos buscar as 7hs no hotel.
Como era feriado contratei o passeio antes da viagem, pois fiquei com medo de não conseguir vaga estando lá. A agência que me atendeu foi a OSATUR. O atendimento foi eficiente, mas não consegui comparar preços para ver se estava dentro dos padrões na cidade. Na internet não tinham muitas opções de agência de turismo receptivo. Talvez pelo fato de ser muito fácil fazer turismo por conta própria em Curitiba!
Fomos até a estação ferroviária e aguardamos o embarque que ocorreu por volta de 8hs. Estava com neblina, como no dia anterior, mas o sol mostrava que queria sair. Nosso passeio saiu, mas conforme foi chegando na parte mais bonita o tempo foi fechando, a garoa foi caindo e a neblina nos impediu de ver praticamente toda a paisagem. O passeio realmente parece valer muito a pena, mas infelizmente não conseguimos ver quase nada!
Embarque na estação de Curitiba
 
Algumas poucas paisagens do passeio
Um guia acompanha cada vagão e vai contando histórias e apontando os principais pontos é servido um lanchinho a bordo. Excelente tratamento.
Lanchinho
Interior do trem
Chegamos em Morretes e fomos almoçar com o grupo da nossa agência, pois o almoço era incluso no pacote. Provamos a Barreada – prato típico de carne de panela misturado no prato com farinha – coloca-se uma banana por cima e está pronto: uma delícia! O almoço era liberado, pagava-se um preço fixo e comia-se o quanto quisesse. Haviam outras opções a mesa como peixe, camarão, bolinho de peixe, entre outras coisinhas.

Restaurante Ponte Velha
Terminando de almoçar fomos dar uma voltinha na cidade que é bem pequena e tem estilo de cidade do interior. Lembra um pouco Paraty com seu ar bucólico e casinhas no estilo antigo. Tinha um show cigano no coreto da praça - bem bacana inclusive - muitas barraquinhas com quitutes de banana e artesanatos.

Praça Central
Ficamos lá por um tempo e pegamos a van que nos levaria de volta a Curitiba. Passamos por Antonina, cidade pequena onde a van fez uma parada rápida e seguimos viagem. Eu estava morrendo de sono pelo ritmo de acordar cedo todos os dias e depois dos sucos de maracujá que tomei no almoço fui dormindo no ônibus. Só que o nosso guia não parava de falar a viagem inteira, não sei que tanto assunto ele tinha enquanto todos tentavam dormir... foi difícil, mas mesmo assim consegui!

Antonina
Chegando de volta a Curitiba decidimos descer no shopping Estação para conhecer. Devemos uma volta bem rápida, tomamos um café e pegamos um taxi de volta para o hotel. O shopping é bem legal e grande e fica em uma antiga estação de trem.
Nos arrumamos e saímos rumo ao nosso último jantar. Tínhamos decidido conhecer o outro lado do Batel, onde havíamos ouvido falar que tinha vários restaurantes. Fomos andando algumas quadras e resolvemos pedir uma dica de restaurante numa farmácia que vimos no caminho. Queríamos comer uma pizza! A dica foi a pizzaria e casa de sopas: A Pamphýlia - acertou em cheio! Ambiente agradável e pizza deliciosa, também tinha muitas opções de sopas apetitosas no cardápio! Pedimos uma pizza com três sabores, mas a pizza da casa é uma coisa imbatível! De sobremesa fomos de sorvete da casa com calda de chocolate! Muito bom também! Recomendo!
Hora de descansar para nosso último dia de passeio.



Pizza da Casa - uma maravilha!!!

Pizza + bebida + sobremesa = R$ 55,55


Frente do restaurante A Pamphýlia!

terça-feira, 26 de julho de 2011

Diário de viagens - Curitiba - 2° dia

No segundo dia de passeio, acordamos bem cedo, tomamos café no próprio hotel. O café da manhã no IBIS é pago a parte e no caso do Ibis Curitiba Batel eu achei que não valeu a pena! Cobram R$ 12,00 por pessoa... nos cafés da rua ou nos próprios passeios, você encontra opções mais saborosas e diversificadas e a conta sai a mesma coisa.
Após o café saimos para mais um dia de passeios. Todos os passeios que fizemos, exceto o de trem, foram no ônibus turístico. No segundo dia escolhemos começar pelo Jardim Botânico.
O dia estava com um pouco de neblina, mas logo depois o sol se abriu e pudemos desfrutar da linda paisagem.

Chegada ao Jardim Botânico - dia ainda com neblina

O mais legal do jardim botânico de Curitiba é a estufa e seu jardim bem podado e com flores. Não tem todo tamanho e diversidade de espécies que possui o jardim botânico do Rio de Janeiro, mas possui um charme especial.
Cascata dentro da estufa
Exposição de animais empalhados
Jardim Botânico de Curitiba


Jardim das sensações - Jardim Botânico de Curitiba

Jardim Botânico de Curitiba


De lá tivemos que voltar ao hotel. Aproveitamos e almoçamos rapidamente num restaurante a quilo do shopping Crystal em frente ao Ibis.
O ônibus turístico é ótimo, mas dependo de onde você queira ir, ele pode dar muita volta para chegar até lá, pois passa em outros pontos turísticos mais próximos antes. Sabendo disso, para não perder tempo dando essa volta para chegar na nossa próxima parada - o Ópera de Arame, resolvemos ir de ônibus comum. Foi uma oportunidade ótima para experimentar a organização dos meios de transporte na cidade.
Pagamos apenas uma passagem (R$ 2,50) e fizemos todas as integrações necessárias (três no total). Todos os ônibus chegaram rápido, não houve espera. Eles cobram na catraca e cada ponto é uma espécie de estação. Se você descer de um ônibus e permanecer na estação, você pode integrar com outro sem ter que pagar passagens novamente. Além disso, fica superprotegido de qualquer chuva ou poça que possa existir e os ônibus param exatamente no ponto que devem parar, sem ninguém ter que sair correndo atrás dele.
Existem vários tamanhos de ônibus de acordo com a linha, no expresso cabem cerca de 290 pessoas por exemplo, eles são compostos por vagões. Enfim, espetacular!!!
Chegamos rapidamente no Teatro Ópera de Arame que é um charme! Pena que não está havendo mais espetáculos por lá, pois deve ser uma delícia assistir um espetáculo num teatro daquele porte e ainda estar em contato direto com a natureza.

 


Experimentamos a cafeteria de lá também, pedindo uma torta e um chocolate quente. Também foi aprovado. O bom dos cafés nos pontos turísticos de lá é que têm preço normal, e não extorsivos porque estão em um ponto turístico!


Paisagens - Ópera de Arame
A próxima parada foi o Memorial Ucraniano. É bem bonitinho, mas não vale muito a pena, a não ser que você tenha bastante tempo na cidade. A parte mais interessante é a vista da arquitetura por fora mesmo e as Pysankas (ovos de páscoa decorados). Não são de chocolate! São um artigo decorativo que possuem em seus desenhos diversos significados de acordo com a cultura Ucraniana.

 
Memorial Ucraniano
Seguimos o passeio e como última parada fomos no Parque Barigui. É o parque mais frequentado pelos curitibanos, por ser grande e ideal para passeios e prática de esportes. Possui umas feirinhas, bares e em frente fica o museu do automóvel, que como já estava quase fechando, optamos por não entrar.

Parque Barigui


Museu do automóvel


Pôr do sol no Parque Barigui
Graças ao feriado o ônibus de turismo estava super lotado o dia inteiro e com horários completamente fora dos informados. Sendo assim, nesse dia passamos um bom tempo nos pontos de ônibus esperando ele passar. E na hora de ir embora foi a que mais demorou, mas conseguimos pegá-lo (lotado)!
Chegamos na praça Tiradentes bem perto dali demos uma entrada no Paço Imperial e tiramos algumas fotos. Resolvemos ir embora andando para conhecer a rua das Flores que é muito parecida com a rua Florida de Buenos Aires. Fiz umas comprinhas rápidas pois o comércio já estava fechando.

Paço Imperial
Rua das Flores
Estávamos cansados e no caminho paramos na praça General Osório (a mesma do dia anterior) para comer uns petiscos nas barraquinha típicas. À noite estava muito mais movimentada do que de dia e tinha bem mais barraquinhas funcionando, com muito mais opções de quitutes! Uma delícia!!!
Fomos para o hotel descansar, pois no dia seguinte acordaríamos bem cedo!